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1 a 10 de 21 perguntas |
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| As plataformas utilizam o aço naval - chapas grossas. As chapas grossas pertencem à categoria de aços planos comuns e são laminados à quente e transformadas a partir do corte de placas em chapas por meio de laminadores especiais. Apresentam propriedades físicas específicas no tocante à espessura, largura, comprimento e aplicações, que tornam o produto distinto dos demais produtos de aços planos laminados à quente. A espessura das chapas grossas pode atingir 400 mm, enquanto que as bobinadas a quente apresentam, no máximo, 25 mm. A largura das chapas grossas pode atingir 5000 mm, enquanto que as demais chapas bobinadas à quente atingem, no máximo, espessura de 2200 mm. O comprimento das chapas grossas pode atingir de 2400 até 18000 mm. As chapas grossas são utilizadas em aplicações diferenciadas das chapas finas de aço plano, destinando-se à indústria mecânica, de energia, de equipamentos industriais, naval, metalúrgica etc., ou seja, onde as dimensões das chapas grossas proporcionam vantagem comparativa para os usuários de aço. No Brasil, a Usiminas e a Cosipa fabricam chapas grossas para uso naval. As espessuras utilizadas no Brasil são, em geral, de 6,5 mm, 8 mm, 9,5 mm, 12 mm e 16 mm. Usualmente apresentam 2440/ 2750 mm de largura e 12000 mm de comprimento. Mais informações referentes ao aço podem ser obtidas no site do antigo Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS - www.acobrasil.org.br/site/portugues/index.asp). Luiz Felipe Assis - Diretor Técnico da SOBENA. |
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| Engenheiros mecânicos, civis, produção e elétricos, além dos engenheiros navais têm ampla atuação na construção naval (navios e estruturas offshore). Sugiro que você encaminhe currículo para empresas do setor (estaleiros, classificadoras e empresas de projeto). Como existem algumas particularidades voltadas para o setor naval, um curso de especialização ou extensão na área pode ajudar. Luiz Felipe Assis - Diretor Técnico da SOBENA. |
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| Para equipagem das embarcações, é necessário que os tripulantes tenham o treinamento requisitado e os respectivos certificados. Acredito que você possa obter maiores informações referente à equipagem de embarcações junto à Diretoria de Portos e Costas. Luiz Felipe Assis - Diretor Técnico da SOBENA. |
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| A chapa Classificada Grossa ASTM A 131 Grau A é mais empregada em estruturas navais. Luiz Felipe Assis - Diretor Técnico da SOBENA.
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| No Rio de Janeiro o Decreto nº. 42050 de 25 de setembro de 2009 trata sobre licenciamento ambiental de instalações do estado, inclusive estaleiros. Referência para gestão ambiental é a NBR ISO 14001-2004, utilizada por estaleiros. Luiz Felipe Assis - Diretor Técnico da SOBENA.
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| Houve um grande esforço no sentido de reduzir o número de tripulantes a bordo, visando redução de custos. Há navios operando com até 12 tripulantes, enquanto que o padrão internacional é de 18 a 23 tripulantes. O uso de embarcações não tripuladas ainda estão distantes da realizade da marinha mercante. Não temos conhecimento de projetos dessa natureza. Luiz Felipe Assis - Diretor Técnico da SOBENA.
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| Embarcações podem ser construídas em aço, madeira, alumínio, fibra de vidro, compósitos entre outros materiais. No caso da madeira é necessário verificar requisitos da autoridade marítima (DPC) em relação à embarcação. Na homepage da DPC (www.dpc.mar.mil.br) existem as normas da autoridade marítima (NORMAN 2) que pode ser de interesse. Prof. Luiz Felipe Assis - Diretor Técnico da SOBENA
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| A responsabilidade técnica referente aos procedimentos mencionados é de engenheiros navais. O CREA tem discutido a possibilidade de se obter responsabilidade técnica após realização de cursos de pós-graduação, mas isso não foi aprovado. Luiz Felipe Assis - Diretor Técnico da SOBENA.
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| Aço naval: chapas grossas.
As chapas grossas pertencem à categoria de aços planos comuns e são laminados à quente e transformadas a partir do corte de placas em chapas por meio de laminadores especiais. Apresentam propriedades físicas específicas no tocante à espessura, largura, comprimento e aplicações, que tornam o produto distinto dos demais produtos de aços planos laminados à quente.
A espessura das chapas grossas pode atingir 400 mm, enquanto que as bobinadas a quente apresentam, no máximo, 25 mm.
A largura das chapas grossas pode atingir 5000 mm, enquanto que as demais chapas bobinadas à quente atingem, no máximo, espessura de 2200 mm.
O comprimento das chapas grossas pode atingir de 2400 até 18000 mm.
As chapas grossas são utilizadas em aplicações diferenciadas das chapas finas de aço plano, destinando-se à indústria mecânica, de energia, de equipamentos industriais, naval, metalúrgica etc., ou seja, onde as dimensões das chapas grossas proporcionam vantagem comparativa para os usuários de aço.
No Brasil, a Usiminas e a Cosipa fabricam chapas grossas para uso naval. As espessuras utilizadas no Brasil são, em geral, de 6,5 mm, 8 mm, 9,5 mm, 12 mm e 16 mm. Usualmente apresentam 2440/ 2750 mm de largura e 12000 mm de comprimento. Prof. Luiz Felipe Assis - Diretor Técnico da SOBENA.
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| Nesse período de expansão da atividade de construção naval verificou-se grande aumento na demanda de pessoal especializado e/ou com formação na área naval. Os tecnólogos navais estão sendo empregados em vários estaleiros pelo Brasil e em sociedades classifcadoras. Também têm atuado em empresas ligadas à atividade offshore. Prof. Luiz Felipe Assis - Diretor Técnico da SOBENA.
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